sábado, 23 de março de 2013

Geração que conquista

Fazemos parte da Geração Josué e Calebe, geração que entra em Canaã. Mas, que é entrar em Canaã? Entrar em Canaã é ter a consciência de que, para atingirmos tal passo, devemos arrancar de nossas vidas todos os gigantes.

Calebe, cujo nome significa homem de faro, foi um homem de coração temente e voltado a Deus, é que diz Números 13:30. Ele sentia de longe as artimanhas do inimigo, porque possuía um coração contrito ao Deus da promessa. Ele tinha a percepção aguçada, era um homem de espírito diferente.

Quando temos comunhão com Deus possuímos um espírito diferente, somos capazes de conquistar a Terra, de passar pelos problemas sem que os problemas nos vençam, porque mais forte é o que em nós do que o que está no mundo.

Números 14:36-38 
Calebe e Josué foram os únicos a voltar com as boas notícias acerca do país que iriam habitar. Calebe e Josué deram um relatório fiel, encorajador diante dos homens. 
Calebe e Josué perseveraram na fé, que era maior do que o temor, do que os gigantes que habitavam Canaã. Eles viram como difícil era entrar na terra, mas que iriam conquistar 

Josué 14:6-15
Um homem não deixa de ser guerreiro quando envelhece, mas, quando perde seus sonhos, a sua visão. Não é por ser idoso que alguém não vai conquistar as batalhas, nem vencer a guerra.
Com a idade de 85 anos, reivindicou essa promessa. Apesar da idade, ele ainda tinha a força de um jovem.
Se você deixar seus sonhos morrerem, jamais será um vencedor. Seja como Calebe, ousado e determinado. Idade não é empecilho. O Salmo 22:12-14 diz que o justo florescerá como a palmeira, e ainda na velhice dará o seu fruto.

1. Possuía fé e visão – Te faz desfrutar do sobrenatural de Deus
Em Números 14:7-9 vemos como ele era ousado. Ele proferiu para o povo que, se eles não fossem rebeldes contra o Senhor e não temessem, iriam destruir os gigantes como se come pão. Iriam rasgar os inimigos nos dentes.

2. Andava em obediência – Não ficou parado – Teve uma Atitude
Por isso, atraiu a glória de Deus para si. Se você quer atrair essa glória, faça como Calebe, ande em obediência.

3. Perseverou até o fim - 
Quando temos um sonho, não recuamos diante de nenhuma situação adversa. Pelo contrário, avançamos para vencer os desafios, ainda que sejam como gigantes encontrados na terra que Deus já nos deu. Não podemos ter relatórios incrédulos. 


4. Josué e Calebe tinham unidade – Um só pensamento – Um só coração
Josué e Calebe eram UM. Os outros 10 espias, apesar de estarem com os dois, de terem saído no mesmo momento e investigado a mesma terra, eram incrédulos. Calebe os confrontou, dizendo que Deus iria lhes entregar Canaã, mas os 10 insistiram que era impossível.


ISAÍAS 43:18
Não fique preso ao passado, lembrando dos relatórios daquele tempo. Muitos não conseguem desfrutar da libertação no presente, ainda estão com a mente e emoções acostumadas às prisões do passado.

Não desista! Conquiste! Você é um vencedor...

Não deixe que mundo trague você! Cada dia Conquiste! Tenha um relatório de fé, firmeza, vigor, força e prove das bençãos de Deus, viva os sonhos de Deus. Deixamos de desfrutar o mais de Deus quando falamos palavras vãs, torpes, negativas. Para chegarmos a Canaã, temos que passar pelo deserto, mas, isso não quer dizer que tenhamos que ficar 40 anos nele, nem morrer lá. 

Creia que as promessas de Deus vão se cumprir na sua vida...
NÚMEROS 23:19 – Deus não é homem para que minta, nem filho do homem para que se arrependa. Acaso ele fala, e deixa de agir? Acaso promete, deixa de cumprir?


Deus abençoe vocês.

Missionária Jussara Torchio

 

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Na cova com leões para a glória de Deus


Daniel 6:1: “Pareceu bem a Dario constituir sobre o reino a cento e vinte sátrapas, que estivessem por todo o reino;”
Daniel 6:2: “e sobre eles, três presidentes, dos quais Daniel era um, aos quais estes sátrapas dessem conta, para que o rei não sofresse dano.”
Daniel 6:3: “Então, o mesmo Daniel se distinguiu destes presidentes e sátrapas, porque nele havia um espírito excelente; e o rei pensava em estabelecê-lo sobre todo o reino.”
Dario reorganizou o governo na forma de república, fazendo dele o mais democrático de todos os reinos da Antiguidade. Cento e vinte sátrapas (governadores) eram subordinados a três presidentes, ou primeiros-ministros. Cada um desses presidentes, um dos quais era Daniel, tinha 40 príncipes a ele subordinados. O problema começou quando Dario fez de Daniel o chefe dos presidentes, o que suscitou a inimizade dos outros dois.
Altos cargos no governo não eram novidade para Daniel. Ele foi posto na corte de Nabucodonosor quando ainda era bastante jovem, tendo alcançado elevadas posições, as quais ele manteve durante a maior parte das dinastias babilônicas e persas.
É interessante notar que Dario aproveitou um homem de influência política do governo anterior. Por trás de tudo, naturalmente, estava Deus.
Daniel 6:4: “Então, os presidentes e os sátrapas procuravam ocasião para acusar a Daniel a respeito do reino; mas não puderam achá-la, nem culpa alguma; porque ele era fiel, e não se achava nele nenhum erro nem culpa.”
Vemos aqui outra manifestação do primeiro pecado de Lúcifer no Céu, quando desejou uma posição que não era sua. Satanás não pode ver a prosperidade de um filho de Deus, sem procurar destruí-lo.
A inveja ardia no coração dos colegas babilônios de Daniel. Estavam decididos a derrubá-lo, e passaram a observar cada movimento dele, na esperança de encontrar algo que desacreditasse sua autoridade. No entanto, não conseguiam encontrar “falta alguma em Daniel”.
Daniel 6:5: “Disseram, pois, estes homens: Nunca acharemos ocasião alguma para acusar a este Daniel, se não a procurarmos contra ele na lei do seu Deus.”
Quando não conseguiram encontrar nada no caráter nem nas atividades profissionais de Daniel, que pudessem usar para desacreditá-lo diante do rei, os governadores se voltaram para a religião dele. Sendo que não havia conflito aparente entre a sua vida religiosa e o cumprimento dos deveres, eles tiveram que inventar um. Os hábitos religiosos de Daniel eram bem conhecidos: ele era um homem de oração. Esse foi então o ponto em que decidiram atacá-lo.
Daniel 6:6: “Então, estes presidentes e sátrapas foram juntos ao rei e lhe disseram: Ó rei Dario, vive eternamente!”
Daniel 6:7: “Todos os presidentes do reino, os prefeitos e sátrapas, conselheiros e governadores concordaram em que o rei estabeleça um decreto e faça firme o interdito que todo homem que, por espaço de trinta dias, fizer petição a qualquer deus ou a qualquer homem e não a ti, ó rei, seja lançado na cova dos leões.”
Daniel 6:8: “Agora, pois, ó rei, sanciona o interdito e assina a escritura, para que não seja mudada, segundo a lei dos medos e dos persas, que se não pode revogar.”
Daniel 6:9: “Por esta causa, o rei Dario assinou a escritura e o interdito.”
Os presidentes e os governadores pediram uma audiência urgente com o rei e disseram: “Todos os presidentes do reino se reuniram e resolveram que não adoraremos outro deus, ou a qualquer homem, a não ser a ti, ó rei!” Porém, Daniel não havia sido consultado, pois se tratava de um complô contra ele.
No império medo-persa, quando uma lei era aprovada, nem mesmo o rei tinha poderes para revogá-la. A lei era o mestre, e uma vez assinada, todos deviam segui-la. Por essa razão, os inimigos de Daniel foram ao rei e propuseram que ele editasse uma lei proibindo a adoração de qualquer outro que não fosse ele mesmo, o rei.
Podia parecer estranho que um rei pudesse emitir um decreto mediante o qual todas as pessoas devessem orar tão-somente a ele durante 30 dias, mas em tempos antigos os reis eram freqüentemente tratados como deuses. Esse decreto particular pode até mesmo ter parecido razoável a muitas pessoas, pois foi interpretado como uma espécie de teste de lealdade, designado como forma de unir a todos sob o novo líder.
Daniel 6:10: “Daniel, pois, quando soube que a escritura estava assinada, entrou em sua casa e, em cima, no seu quarto, onde havia janelas abertas do lado de Jerusalém, três vezes por dia, se punha de joelhos, e orava, e dava graças, diante do seu Deus, como costumava fazer.”
Ao tomar conhecimento do decreto, logo Daniel viu que não era a honra do rei que estava sendo defendida ou exaltada; percebeu as más intenções dos seus companheiros ao querer destruí-lo; mas nem por isso se atemorizou.
Daniel jamais permitiria que a fidelidade a Dario interrompesse seu relacionamento com Deus. Daniel sabia que Deus tinha estado com ele durante 70 anos no Império Babilônico. Tinha plena consciência e certeza de que Deus lhe tinha dado capacidades para servi-lo, quando ainda adolescente. Sabia também que havia sido Deus que o ajudara a passar nos testes diante do rei Nabucodonosor, e que lhe dera inteligência, conhecimento e capacidade.
Ele sabia que fora Deus quem lhe dera a interpretação do sonho do rei. Tomara conhecimento do livramento de seus amigos Sadraque, Mesaque e Abedenego da fornalha ardente. Daniel sabia que fora Deus que o ajudara a manter o reino unido por sete anos, enquanto Nabucodonosor estava sob a ação da terrível insanidade licantrópica, comendo grama como um bovino. Ele sabia que tinha sido Deus quem o fizera interpretar o sonho do juízo e aquela grande árvore no capítulo 4 de Daniel. Estava plenamente convicto de que havia sido Deus que lhe permitira interpretar a escrita na parede e quem o tinha posto como primeiro presidente no reino medo-persa. Tinha certeza de que Deus estaria com ele nos momentos cruciais que enfrentaria. Sua fé não vacilaria agora, pois ele fazia de Deus a fonte de sua força e energia.
As janelas do seu quarto eram abertas na direção de Jerusalém e, ao ajoelhar-se, Daniel virava o rosto naquela direção. Os conspiradores conheciam bem os hábitos de Daniel e não tiveram dificuldade em vê-lo orando, em atitude de direta violação à ordem do rei.
Se quisesse, Daniel poderia ter deixado de orar pelo curto período do decreto. Afinal, 30 dias passam rápido. Ele poderia até orar secretamente. Ele poderia fechar as janelas. Não necessitaria ajoelhar-se para orar. Ele poderia orar na cama, em silêncio, sem que ninguém soubesse. Mas não! Daniel estava em uma terra pagã, onde a religião vigente era a idolatria. Sentiu que era sua incumbência demonstrar mais uma vez o poder do seu Deus. Sentiu que precisava mais uma vez testemunhar. Não seriam as conspirações de seus inimigos que mudariam seu relacionamento com Deus. É preciso compreender como a nossa fidelidade a Deus pode afetar e influenciar a vida dos outros.
O fato de que Daniel se dispusesse a orar sob aquelas circunstâncias já é digno de nota. O que mais impressiona, porém, é que ele “dava graças”. Mesmo tendo diante de si a perspectiva da cova dos leões, Daniel dava graças. Pense no que isso significa. Daniel conhecia as promessas de Deus. “Deus é nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações” (Salmo 46:1). “O anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que O temem, e os livra” (Salmo 34:7).
Aos 85 anos de idade, aproximadamente, Daniel ora para que Deus o ajude a enfrentar a cova dos leões, tal como o ajudou nas outras ocasiões de sua vida, e ora para que, por intermédio da sua fidelidade em momento de risco de vida, o rei Dario fosse levado a aceitar o Senhor.
Quando iniciamos a oração dando graças a Deus, nossa fé é reforçada e os problemas que serão apresentados nos parecerão passíveis de solução. Desse modo, estaremos em condições de orar com fé, e não em dúvida. Deus ouve a oração de fé.
Daniel 6:11: “Então, aqueles homens foram juntos, e, tendo achado a Daniel a orar e a suplicar, diante do seu Deus,”
Daniel 6:12: “se apresentaram ao rei, e, a respeito do interdito real, lhe disseram: Não assinaste um interdito que, por espaço de trinta dias, todo homem que fizesse petição a qualquer deus ou a qualquer homem e não a ti, ó rei, fosse lançado na cova dos leões? Respondeu o rei e disse: Esta palavra é certa, segundo a lei dos medos e dos persas, que se não pode revogar.”
Daniel 6:13: “Então, responderam e disseram ao rei: Esse Daniel, que é dos exilados de Judá, não faz caso de ti, ó rei, nem do interdito que assinaste; antes, três vezes por dia, faz a sua oração.”
Os acusadores fingiram desapontamento. Aparentavam-se chocados pelo fato de o “mal-agradecido, exilado e judeu” mostrar tanta deslealdade para com o rei. A verdade é que Daniel era mais leal ao rei do que qualquer um deles. Tinha mais respeito pelo rei do que todos eles.
Daniel 6:14: “Tendo o rei ouvido estas coisas, ficou muito penalizado e determinou consigo mesmo livrar a Daniel; e, até ao pôr-do-sol, se empenhou por salvá-lo.”
Somente agora Dario compreendeu a razão do decreto. Mas nada podia fazer após tê-lo assinado. A lei dizia que nem mesmo o rei podia modificá-la, e se ele o fizesse, seria deposto. Mesmo assim o rei trabalhou até o sol se pôr, tentando encontrar uma maneira de salvar a vida de Daniel. Mas havia um obstáculo jurídico irremovível. Por causa da pressa em assinar o decreto, Dario havia caído na cova que ele mesmo cavara. Seus bajuladores o fizeram de tolo. Em vez de ser deus por um mês, estava sendo marionete por um dia.
Daniel 6:15: “Então, aqueles homens foram juntos ao rei e lhe disseram: Sabe, ó rei, que é lei dos medos e dos persas que nenhum interdito ou decreto que o rei sancione se pode mudar.”
Aqueles homens sabiam que o rei pretendia livrar Daniel daquela situação. Mas, pelo fato do rei estar legalmente impedido de voltar atrás em seu decreto, havia apenas uma única chance de Daniel escapar da morte: somente se voltasse atrás e obedecesse ao decreto. Entretanto, todos sabiam que não havia a menor possibilidade disso acontecer. Não porque fosse arrogante, mas porque havia um princípio em jogo. E Daniel não era homem de ceder quando se tratava de um princípio.
Daniel 6:16: “Então, o rei ordenou que trouxessem a Daniel e o lançassem na cova dos leões. Disse o rei a Daniel: O teu Deus, a quem tu continuamente serves, que Ele te livre.”
Daniel 6:17: “Foi trazida uma pedra e posta sobre a boca da cova; selou-a o rei com o seu próprio anel e com o dos seus grandes, para que nada se mudasse a respeito de Daniel.”
Daniel 6:18: “Então, o rei se dirigiu para o seu palácio, passou a noite em jejum e não deixou trazer à sua presença instrumentos de música; e fugiu dele o sono.”
Por todos os relatos, Daniel é um dos poucos personagens sobre quem a Bíblia não registra nada de negativo. Mas isso não o livrou da cova dos leões. Deus permitiu que homens ímpios chegassem a realizar o seu propósito; mas isso foi para que pudesse tornar o livramento do Seu servo mais marcante e tornar ainda mais visível a derrota dos inimigos da justiça.
Após determinar que Daniel fosse jogado vivo na cova dos leões, o rei Dario foi para casa naquela noite com a consciência pesada, porque sabia que não houvera sido justo com o seu fiel servidor. A Bíblia diz que ele não conseguiu se alimentar, não quis ouvir música, como de costume, e perdeu o sono. Estava em seu magnífico palácio e não conseguia dormir.
Naquele momento, Daniel estava numa cova escura e imunda. Com a cabeça recostada sobre uma pedra, ele adormece tranqüilo. O rei, por sua vez, não conseguia dormir nem um minuto. Isso nos ensina que não é a casa em que vivemos que nos permite dormir sossegados. É a paz concedida por Deus que nos faz dormir. A paz é algo interior.
Alguns imaginam que obtendo bens materiais, alcançarão segurança e paz. Mas a verdadeira paz é concedida por Deus. Não surpreende que Daniel, apesar de lançado cruelmente numa cova de leões, tenha sentido a paz de Deus no coração e nada temeu, porque sabia que havia agido honestamente. O rei, contudo, apesar de habitar num belíssimo palácio, gozando de toda segurança, conforto e luxo, não podia dormir.
Quando se conhece a Deus, Ele proporciona paz ao coração. Ele nos capacita a enfrentar as situações difíceis da vida com confiança. Se a nossa paz não depende do que está acontecendo ao redor, mas do que sucede em nosso coração; se o reino de Deus está bem arraigado no íntimo e Jesus vive dentro de nós, então, somente então, sentiremos a verdadeira paz.
Daniel 6:19: “Pela manhã, ao romper do dia, levantou-se o rei e foi com pressa à cova dos leões.”
Daniel 6:20: “Chegando-se ele à cova, chamou por Daniel com voz triste; disse o rei a Daniel: Daniel, servo do Deus vivo! Dar-se-ia o caso que o teu Deus, a quem tu continuamente serves, tenha podido livrar-te dos leões?”
Daniel 6:21: “Então, Daniel falou ao rei: Ó rei, vive eternamente!”
Daniel 6:22: “O meu Deus enviou o Seu anjo e fechou a boca aos leões, para que não me fizessem dano, porque foi achada em mim inocência diante dEle; também contra ti, ó rei, não cometi delito algum.”
Daniel 6:23: “Então, o rei se alegrou sobremaneira e mandou tirar a Daniel da cova; assim, foi tirado Daniel da cova, e nenhum dano se achou nele, porque crera no seu Deus.”
Os inimigos de Daniel ficaram alegres quando o viram ser lançado na cova dos leões. E o rei se entristeceu muito por isso. Porém, no dia seguinte pela manhã, ao sair da cova vivo sem um arranhão sequer, Daniel e o rei se alegraram, enquanto a alegria dos inimigos se transformou em terror.
A parte realmente importante na história de Daniel não é o livramento. Mesmo se os leões houvessem retalhado o seu corpo, ainda assim ele teria triunfado. Deus não livrou João Batista, Estevão e tantos outros. Milhares de cristãos morreram como mártires. Nem sempre a vitória é completa nesta vida, mas a promessa de Deus é de vitória para a vida eterna.
Daniel 6:24: “Ordenou o rei, e foram trazidos aqueles homens que tinham acusado a Daniel, e foram lançados na cova dos leões, eles, seus filhos e suas mulheres; e ainda não tinham chegado ao fundo da cova, e já os leões se apoderaram deles, e lhes esmigalharam todos os ossos.”
A morte dos familiares dos conspiradores pode parecer um ato bárbaro da parte do rei. Mas é preciso compreender que, com freqüência, ataques injustos aos fiéis seguidores de Deus têm trazido ruína e destruição aos seus autores. Esses acabam recebendo o destino cruel que haviam planejado (Gl 6:7).
Vimos no capítulo anterior que Belsazar foi condenado com justiça, pelo fato de que ele decidira pecar mesmo sabendo tudo a respeito da experiência de Nabucodonosor. Os homens que tentaram liquidar Daniel assim procederam mesmo sabendo de sua inocência. À semelhança de Belsazar – e de tantas outras pessoas que vivem nos dias de hoje – esses homens “não acolheram o amor da verdade” (2Ts 2:10).
Daniel 6:25: “Então, o rei Dario escreveu aos povos, nações e homens de todas as línguas que habitam em toda a terra: Paz vos seja multiplicada!”
Daniel 6:26: “Faço um decreto pelo qual, em todo o domínio do meu reino, os homens tremam e temam perante o Deus de Daniel, porque ele é o Deus vivo e que permanece para sempre; o Seu reino não será destruído, e o Seu domínio não terá fim.”
Daniel 6:27: “Ele livra, e salva, e faz sinais e maravilhas no céu e na terra; foi Ele quem livrou a Daniel do poder dos leões.”
Daniel 6:28: “Daniel, pois, prosperou no reinado de Dario e no reinado de Ciro, o persa.”
Como Nabucodonosor, Dario ficou tão impressionado com o triunfo de Daniel, que fez um testemunho público para todo o mundo. A vida de Daniel é uma lição de que Deus pode nos livrar, qualquer que seja a circunstância. Nosso Deus é o Deus dos impossíveis e a vitória ao lado dEle é certa. A vida eterna está ao alcance de todo aquele que crer em Cristo como Salvador e Senhor de sua vida.
Quando os leões da vida, ou os leões da tentação, da depressão, do ressentimento, o(a) estiverem amedrontando, não tema, confie, sinta paz em seu coração. Deus é o maior domador de leões. Talvez você esteja se sentindo no fundo da cova, cercado por feras famintas. Erga os olhos para o alto e confie em Deus.

Deus abençoe vocês.
Missionária Jussara Torchio.
Música: Não temas. 


quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Fugindo da hipocrisia


"... não sejas como os hipócritas.." (Mateus 6:5). Hipócritas são aqueles que professam à Jesus Cristo como Senhor e Salvador, mas, em função de seu comportamento, continuam a ser um obstáculo para os incrédulos. Nunca ninguém se expressou de forma tão sucinta do que quando Ghandi, da Índia, afirmou sobre a cristandade: "GOSTO DO CRISTO DELES, MAS NÃO GOSTO DOS CRISTÃOS. ELES SÃO TÃO POUCO PARECIDOS COM O SEU CRISTO".

Os seguidores de Jesus Cristo foram chamados Cristãos pela primeira vez em Antioquia "E sucedeu que todo um ano se reuniram naquela igreja, e ensinaram muita gente; e em Antioquia foram os discípulos, pela primeira vez, chamados cristãos". (Atos 11:26) porque seu comportamento, atividades e fala eram como Cristo.
Infelizmente, com o tempo a palavra, "Cristão", perdeu uma grande parte de seu significado e é geralmente utilizada para descrever alguém que é religioso ao invés de ser um verdadeiro seguidor renascido de Deus. O nascido do Senhor não depende de cargos ou de diplomas universitários para ser de Deus, mas de sua experiência pessoal com o Espírito Santo. Ao nascer do Santo Deus, a imagem espiritual corrompida do primeiro Adão é apagada e ele assume a imagem espiritual santa, separada, do Segundo Adão, Jesus.
Muitas são as pessoas que não acreditam em Jesus Cristo e se consideram Cristãs simplesmente porque vão à igreja ou vivem em uma nação "Cristã". Mas ir à igreja, servir aos mais carentes que você, mencionar trechos bíblicos por acharem bonitos e profundos, mas sem o entendimento da Palavra, ou ser simplesmente uma boa pessoa não fazem de você um Cristão.

Lembro de ter lido uma antiga frase que dizia assim: "Ir à igreja não faz de você um Cristão mais do que ir a uma oficina faz de você um carro." Ser um membro de igreja, freqüentar os cultos regularmente e trabalhar para a igreja não podem fazer de você um Cristão.

Meditemos nas palavras do Senhor Jesus: "Em verdade, em verdade vos digo: se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas, se morrer, produz muito fruto" (João 12.24). Nesta passagem bíblica, entendemos que ninguém poderá experimentar o novo nascimento sem antes morrer espiritualmente para si mesmo e para o mundo, sem antes renunciar a si mesmo, à sua vontade, ao seu eu, e praticar a Palavra de Deus.
Muitas pessoas ouviram o Evangelho, aceitaram ao Senhor Jesus como Salvador, até batizaram-se nas águas, mas, ainda assim, não tiveram uma experiência com Ele. Essas pessoas não tomaram a decisão de entregar suas vidas a Ele. Conhecem o Senhor Jesus só de ouvir falar.
É muito fácil dizer que aceitamos o Senhor Jesus. Não basta apenas levantar o braço e dizer: eu aceito o Senhor Jesus como meu Único Salvador. Esse simples gesto é insuficiente para agradar a Deus.
Nós cristãos devemos expressar a nossa fé com inteligência, mostrando o verdadeiro caminho para as pessoas, ganhando almas e agradando ao Senhor, esse sim, nosso objetivo maior. Precisamos deixar de termos pontos de vistas teóricos e agir com inteligência a nossa fé no Senhor Jesus, pois perto está o Senhor de todos os que o invocam em verdade.
Aprendemos com a Bíblia que as boas obras que fazemos não são capazes de nos tornar aceitáveis, dignos para Deus. Veja o que diz em Tito 3:5: "Não pelas obras de justiça que houvéssemos feito, mas segundo a sua misericórdia, nos salvou pela lavagem da regeneração e da renovação do Espírito Santo," Então, um Cristão é alguém que foi renascido por Deu... "... Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus". "Não te maravilhes de te ter dito: Necessário vos é nascer de novo". "Sendo de novo gerados, não de semente corruptível, mas da incorruptível, pela palavra de Deus, viva, e que permanece para sempre"(João 3:3; João 3:7; 1 Pedro 1:23) e colocou a sua fé e confiança a serviço do Senhor Jesus Cristo. ..."pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus."(Efésios 2:8).

Um verdadeiro Cristão é alguém que se arrependeu do seu pecado e colocou sua fé e confiança somente em Jesus Cristo. A sua confiança não diz respeito a uma religião ou um conjunto de códigos morais, ou uma lista de coisas que não podemos fazer.
Um verdadeiro Cristão é alguém que colocou a sua fé e confiança na pessoa do Cristo e no fato de que Ele morreu na cruz como pagamento por nossos pecados e ao terceiro dia ressuscitou dos mortos para obter vitória sobre a morte e dar vida eterna a todos os que Nele crêem. João 1:12 nos diz: "Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que crêem no seu nome."
Um verdadeiro Cristão é de fato um filho de Deus, uma parte da verdadeira família de Deus, e alguém que recebeu vida nova em Cristo. A marca de um verdadeiro Cristão é o amor pelos outros e obediência à palavra de Deus (1 João 2:4; 1 João 2:10). Não é religioso, nem fanático e nem hipócrita.

"Estas coisas vos escrevi, a fim de saberdes que tendes a vida eterna, a vós outros que credes em o nome do Filho de Deus." (1 João 5:13}Deus quer que entendamos a salvação. Deus quer que tenhamos a confiança e convicção de que somos salvos; "Em quem temos a redenção pelo seu sangue, a saber, a remissão dos pecados;" (Colossenses 1: 14).
Todos pecam. Todos nós fazemos coisas que desagradam a Deus (Romanos 3:23). Deus dá perdão e salvação a todos os que colocam sua fé em Jesus, confiando na Sua morte como pagamento de nossos pecados (Leia em João 3:16; Romanos 5:1; Romanos 8:1).
Esta é a grande mensagem da salvação! Se você colocou sua fé em Jesus Cristo como seu Salvador, você é salvo! Todos os seus pecados são perdoados e Deus promete nunca deixar ou abandonar você. "Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir; Nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor". (Romanos 8:38-39) "Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém". (Mateus 28:20).
Lembre-se que sua salvação é segura em Jesus Cristo (João 10:28-29). Se você confia somente em Jesus como seu Salvador, você pode ter certeza de que você irá passar a eternidade com Deus no céu!
Meu amigo e minha amiga, não deixem de congregar, ou se ainda não o faz, procure uma igreja Cristã. Não pense em uma igreja como um edifício, como uma fortaleza de concreto armado. A igreja de Cristo são as Pessoas que congregam umas com as outras.
Uma igreja que lhe ensine a Bíblia, que ensine fortalecer sua fé a fim de produzir frutos de inteligência e sabedoria no campo do bem e ser aproveitada para reflexão sobre a Lei do Amor, deixada pelo maior de todos os Espíritos que esteve na terra entre os homens: O Filho de Deus, Pastor de todas as almas, Único e Soberano Deus do amor, da paz, da justiça e da verdade.
"Bem aventurados aqueles que lêem e aqueles que ouvem as palavras da profecia e guardam as cousas nelas escritas, pois o tempo está próximo". (Apocalipse 1:3).
Deus te abençoe.


Missionária Jussara Torchio.

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Vencendo Desafios


I Samuel 17.34-37 e 45-50

A cada dia encontramos um desafio diferente. Quando pensamos que estamos vencendo uma luta, outro problema se levanta para nos testar. Por isso é preciso perseverança. Sabemos que em Cristo “somos mais que vencedores” (Romanos 8.37), contudo para vencer a guerra é preciso conquistar uma batalha de cada vez.
Davi se tornou um grande guerreiro. Mas sua primeira profissão era pastor de ovelhas o que pode até parecer um trabalho tranquilo, mas na verdade era perigoso. Precisava defender seu rebanho todos os dias e para isso enfrentava naturalmente lobos, cães selvagens e serpentes vorazes. Todos os dias tinha algo para resolver e sua luta era interminável. Sua vigilância era tanta que nem descansava. Em algumas situações, teve que enfrentar leões e ursos que foram os maiores desafios até então. Davi não sabia que teria algo maior ainda para vencer. Lutaria contra gigantes, exércitos e seria um guerreiro constante.
Na verdade precisamos lutar para não nos acomodar. A luta ou desafios da vida servem para nos despertar para continuarmos sempre vigilantes. Se você tem lutado saiba que você é um guerreiro e se for um guerreiro certamente será um vencedor.
Como você tem lutado?
Vamos aprender com Davi como se tornar um guerreiro e vencedor:
 
1- Leões- FÚRIA:
O leão é um símbolo de furor, raiva, ódio e rancor. Por isso diz-se o ditado que precisamos vencer ‘um leão todos os dias’. Muitas vezes enfrentamos situações que a ira promove causando confusões e problemas diversos. O leão se manifesta por vezes apenas bramando e depois atacando cruelmente. Existem pessoas que lançam sementes de raiva para colher intrigas e confusões.
Então o que fazer quando lutamos com leões, ou seja, contra a fúria de adversários?
A bíblia nos orienta para “deixa a ira, abandona o furor; não te impacientes; certamente, isso acabará mal” (Salmos 37.8) que é uma obra da carne (Gálatas 5.20). Também precisamos vigiar em nossas respostas às pessoas para não provocar raiva e sempre usar palavras brandas para desviar o furor (Provérbios 15.1) além de “não te associes com o iracundo, nem andes com o homem colérico” (Provérbios 22.24).
Independente de termos razão ou não é importante lembrar “irai-vos, mas não pequeis” e que não se demore em passar a nossa ira para não darmos lugar ao diabo, e entristecemos o Espírito do Senhor, pecando com palavras (Efésios 4.26-31). A ira do homem não opera justiça de Deus e não adianta querermos fazer justiça com as próprias mãos querendo resolver tudo sozinho que não estaremos fazendo o certo precisamos deixar tudo nas mãos de Deus (Tiago 1.19-21).
Jesus também lutou com feras no deserto (Marcos 1.13) nos prometeu que “bem aventurados os mansos porque herdarão a terra” (Mateus 5.5). Nós cristãos precisamos aprender mais de Jesus que é “manso e humilde de coração” (Mateus 11.29) se quisermos herdar esta terra para o senhor e conquistarmos a Canaã celestial.
Você tem lutado com leões?
Vença com mansidão a cada dia!
                             
2- Ursos - IMPREVISTOS:
O urso representa situações imprevisíveis ou surpresas que surgem inesperadamente para assustar a pessoa para que erre. O urso é um animal imprevisível. Parece tranquilo e quieto, mas pode estourar e atacar a qualquer momento sem motivo algum aparente.
O que fazer quando enfrentar ursos? Como reagir diante de imprevistos?
A Bíblia nos ensina a confiar no Senhor em todo o tempo para que nas horas incertas tenhamos firmeza. Não precisamos preocupar, pois quem confia em Deus “não se atemoriza de más notícias; o seu coração é firme, confiante no SENHOR” (Salmos 112.7). A vigilância é a melhor maneira de reagir nestes momentos (Marcos 14.38). Para isso podemos nos preparar com a armadura espiritual (Efésios 6.10-17).
Um grande perigo para o crente é pensar que tudo vai dar certo sem calcular os perigos, dificuldades ou o que pode não dar certo, Sempre precisamos ter um plano ‘b’ em caso do projeto principal dar errado. Jesus nos ensinou a ser “prudentes como as serpentes e símplices como as pombas” (Mateus 10.16) e avaliar antes de começar um propósito (Lucas 14.28).
Quando surgir situações imprevisíveis conte com o Deus que pode superar todas as coisas e te dar a saída que você precisa.
Você tem lutado com ursos?
Seja vigilante e se prepare para enfrentar imprevistos!

3- Gigantes - IMPOSSÍVEIS:
Golias simboliza algo impossível ou inalcançável. Para o povo de Israel seria improvável vencer um exército tão terrível como os filisteus principalmente por que tinham um gigante que sozinho seria capaz de exterminar centenas de seus soldados. O povo estava dominado por medo e não tinham coragem para lutar.
Davi não olhou para o gigante, seu exército numeroso, a dificuldade do deserto, o medo dos seus companheiros e nem para si mesmo para contemplar sua pequenez diante de Golias. Davi somente contemplou a grandeza de seu Deus. Encheu-se de confiança lembrando-se de como conseguiu vencer o leão e o urso e creu que o mesmo Deus lhe capacitaria para vencer novamente. Ele deixou bem claro que lutaria “em nome do Senhor” (v.45).
A palavra de Deus nos diz que devemos “trazer à memória o que me pode dar esperança” (Lamentações 3.21) e encher o nosso coração de fé e confiança em Deus para enfrentar as dificuldades do dia a dia. Se já vencemos a fúria do inimigo (leões) e os imprevistos da vida (ursos) podemos também derrubar os gigantes que nos afrontam “porque para Deus não haverá impossíveis em todas as suas promessas” (Lucas 1.37).
Se você enfrentar situações impossíveis, não contemple apenas a dificuldade, lembre-se de que Deus já te deu muitas vitórias e continuará te sustentando. Lute em nome de Jesus porque este nome tem poder (Atos 4.12).
Você tem enfrentado gigantes?
Lute confiado na grandeza de Deus e vença em nome de Jesus!

Lute para vencer!
A vida de Davi foi marcada por batalhas e lutas, por isso ele foi um vencedor. Nunca lutava para perder. Lutava para vencer. Se você também tem lutado constantemente, saiba que você é um guerreiro e que vencerá. Mesmo que perca uma batalha você não perderá a guerra porque no final tudo dará certo.
No dia a dia sempre haverá leões, ursos e gigantes, mas com Jesus podemos lutar sabendo que a vitória é garantida. Lute para vencer!
Você tem lutado constantemente?
Lembre-se que você é um vencedor e para isso precisa lutar!

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Um dia de decisão



Os moradores da região em volta do Mar da Galiléia jamais haviam visto tal poder! Ele era um homem que podia curar todas as suas sérias aflições, ressuscitar os seus mortos e alimentar as multidões com migalhas de comida. Um tal mestre e obreiro de milagres seria perfeitamente adequado ao trabalho de resgatar o povo escolhido da opressão romana. Esse tinha que ser o Messias! Por que demorar em fazer dele o seu rei? Não surpreende que desejassem fazer exatamente isso (João 6:15)!
Jesus, contudo, tinha uma perspectiva diferente de sua missão. Havia mais para sua vida e obra do que glória e popularidade. Que escolhas ele faria? O que os outros decidiriam sobre ele? Jesus e seus seguidores enfrentavam um dia de decisão. Leia João 6 e considere suas escolhas.

Um dia importante na vida de Jesus

Quando estudamos os relatos dos escritores do evangelho juntos, podemos ver o significado do dia do discurso de Jesus em João 6. Um estudo cuidadoso dos capítulos 9, 10 e 14 de Mateus, 6 de Marcos e 9 de Lucas auxiliará a perceber os pormenores. Algum tempo antes, Jesus tinha enviado os doze a pregar, e ele mesmo foi a várias cidades pregar. O tempo é, provavelmente, um pouco mais de um ano antes de sua morte. Sua popularidade estava chegando ao auge, ajudada pelo trabalho dos apóstolos.
Quando os apóstolos voltaram de sua missão, o lugar em que eles ficavam se tornou uma colmeia de atividade. Muitas pessoas foram atraídas pelo ensinamento e os milagres dos apóstolos, e queriam ver seu Senhor. Ao mesmo tempo, Jesus recebeu a triste notícia de que João Batista tinha sido decapitado. Tantas pessoas procuraram por eles que Jesus e os discípulos saíram em busca de um lugar para descansar e orar. Mas não era fácil afastar-se do povo. A multidão o seguia, e Jesus ficou comovido com o desejo do povo de estar com ele. Ele ensinava e curava os doentes. No fim do dia, ficou preocupado com que eles estariam muito fracos para irem para casa, por isso alimentou os 5000 com cinco pães e dois peixes.
O povo estava convencido. Este era certamente o Profeta que Moisés tinha prometido. Ele seria o rei ideal. Com seu poder para curar os doentes, ele poderia garantir a perfeita saúde de seus súditos. Com seu poder para multiplicar o alimento, eles jamais sofreriam fome. E tal poder seria suficiente para sacudir as algemas da opressão romana. Eles estavam prontos para coroá-lo seu novo rei. Subitamente, Jesus enfrentou uma crise.
Ele tinha vindo para ser rei, porém não agora, e não desta maneira. O plano de seu Pai exigia outro ano de ministério, enfrentando perseguição, rejeição e, por fim, uma cruz penosa. A exaltação viria, mas somente depois de ter sido humilhado no sofrimento. Ele não tinha vindo para reinar sobre um reino terrestre na Palestina, e não poderia permitir que o plano do povo tivesse sucesso.
Jesus subiu a um monte para orar. Na manhã seguinte, antes de romper o dia, ele caminhou vários quilômetros sobre o mar e, então, acompanhou seus apóstolos até o outro lado do pequeno Mar da Galiléia. Não há menção de repouso físico neste dia extremamente árduo, mas Jesus certamente levou seus problemas ao seu Pai em oração.
A multidão seguiu-o até o outro lado do mar. Muitos pregadores modernos iam sentir-se lisonjeados com tal crescente popularidade entre seus leais seguidores. Eles continuariam a fazer tudo o que se mostrasse eficaz para ajuntar as multidões. Poucos teriam entendimento claro do plano de Deus e coragem desprendida para fazer o que Jesus fez. Vejamos as escolhas dele e as decisões dos outros que estavam naquele dia na Galiléia.

Jesus Cristo

A popularidade é atraente. A maioria das pessoas gosta de ser apreciada. Jesus era, certamente, popular. Milhares estavam seguindo-o, e ele tinha capacidade para continuar a atrair as multidões. Satanás tinha-o tentado antes com um atalho para o poder (veja Mateus 4:8-9), mas agora a oportunidade para ser rei veio completa com os súditos prontos para servi-lo. Certamente eram grandes as necessidades do povo, e não há dúvida de que Jesus sentia grande compaixão por ele. Se já houvesse um momento para reconsiderar sua missão, deveria ter sido esse. Deveria o plano eterno de Deus ser modificado para satisfazer a circunstância da sociedade?
Jesus lutou, sem dúvida, com tais assuntos quando passou a noite orando. Como parece ter sido típico do Salvador, ele emergiu dessa longa sessão de oração com determinação para avançar. Mesmo com risco de perder sua popularidade, Jesus apresentou mensagens que desafiavam o povo a olhar além das coisas físicas para as necessidades reais de suas almas. Ele tinha curado os doentes para provar seu poder para curar suas doenças espirituais (veja Marcos 2:10-12), não para dar-lhes esperança de saúde perfeita nesta vida. Ele tinha alimentado os famintos para satisfazer a necessidade deles e para demonstrar que ele é o pão da vida (João 6:33), não para garantir-lhes prosperidade material.
Mas Jesus se recusou a usar o alimento para atrair as multidões. De fato, quando vieram por este motivo, ele prontamente os repreendeu: "Em verdade, em verdade vos digo: vós me procurais, não porque vistes sinais, mas porque comestes dos pães e vos fartastes. Trabalhai, não pela comida que perece, mas pela que subsiste para a vida eterna, a qual o Filho do homem vos dará; porque Deus, o Pai, o confirmou com o seu selo" (João 6:26-27). Sua missão era espiritual, e ele não a abandonaria; não importa o "sucesso" que poderia ter usando outras táticas.
Há uma mensagem poderosa e necessária para nós. Muitas igrejas hoje em dia encontram meios para encher grandes edifícios fazendo o que agrada às multidões. Se o povo quer comida, algumas igrejas oferecerão refeições. Se quiserem aprender inglês, oferecerão cursos de inglês. Se quiserem ficar em forma física, oferecerão aulas de aeróbica. Se querem atividades sociais com os jovens, oferecerão mesas de sinuca e balcões de refrescos nos edifícios de suas igrejas. Se quiserem divertimentos, poderão escolher entre espetáculos de talento ou de capoeira, ou exibições de coros e produções teatrais. Mas antes que percamos nossa fé na palavra de Deus e comecemos a usar tais táticas não autorizadas, vejamos um pouco o exemplo de nosso Senhor. Jesus preferiria ter 12 almas dedicadas a ele, do que 5000 pessoas vindo para satisfazer seus desejos pessoais e físicos. Os apelos não espirituais das igrejas modernas têm tirado Jesus do trono e colocado os caprichos extravagantes das pessoas egoístas em primeiro lugar.

As multidões

"É hora de conseguir um pregador diferente!" Não seria esta a resposta em muitas igrejas de hoje se a freqüência caísse de milhares para dúzias de um dia para outro? Isto foi o que aconteceu a Jesus quando as multidões abandonaram ele. "À vista disso, muitos dos seus discípulos o abandonaram e já não andavam com ele" (João 6:66).
Esta reviravolta desagradável dos acontecimentos deve ter feito a decisão de Jesus mais penosa. Com alimento físico e curas milagrosas —coisas que apelavam para as preocupações físicas dos seus ouvintes— ele poderia atrair multidões. Mas com a mensagem do maná do céu, salvadora da alma, ele pôde atrair meros punhados.
Era culpa de Jesus? Deveria ele ter apelado para as pessoas satisfazendo as expectativas delas? Deveria ele ter prestado atenção às necessidades e carências delas, esquecendo seus eternos problemas? Deveria ele ter polido sua imagem para se ajustar melhor aos interesses da sociedade contemporânea? Não! Jesus fez a escolha certa. As multidões que o rejeitaram são as que cometeram o erro trágico.
Muitas igrejas de hoje procuram satisfazer as expectativas da sociedade, até mesmo abatendo o espiritual para acentuar o social. Números e estatísticas são ídolos modernos usados para justificar tal desrespeito pela mensagem espiritual do evangelho. Jesus não estava preocupado com grandes números de seguidores, mas com a qualidade dos corações voltados para ele.

Judas Iscariotes

Pare um momento para ler João 6:66-71. Conquanto o texto não diga explicitamente que este foi o momento decisivo na vida de Judas, há muitas indicações de que nesse dia ele deu um grande passo na direção errada. A natureza do assunto que fez com que tantos abandonassem Jesus também teria sido um problema para Judas. Seu materialismo egoísta abateu-o mais tarde, e poderia ter facilmente interferido com sua fé quando ele enfrentou esta provação. Não é sensato nem bíblico afirmar que o deslize de Judas foi instantâneo.
O impacto sobre Judas do destaque espiritual de Jesus parece ter sido o foco do comentário nos últimos versículos de João 6, sobre aquele que logo seria o traidor. Judas teve que tomar uma decisão difícil, e optou por afastar-se de Jesus.

Simão Pedro

Ao mesmo tempo em que muitos outros discípulos voltaram atrás, Pedro levantou-se ao desafio do ensinamento de Jesus. Quer tenha Jesus satisfeito suas idéias e expectativas preconcebidas, quer não, Pedro resolveu seguí-lo porque ele era o Cristo! Precisamos ver o que Pedro viu naquele dia de decisão.
Jesus tem as palavras de vida eterna. Nenhuma filosofia ou método do homem podem melhorar a mensagem do Messias. Não há nenhum outro lugar para onde se voltar (Atos 4:10-12).
Não importam os benefícios que esperamos obter ao seguir Jesus, devemo-lhe nossa fidelidade simplesmente porque ele é o Filho de Deus, que foi investido de plena autoridade sobre tudo. O fato que ele é Senhor exige nossa submissão a ele (veja Mateus 28:18-20; Atos 2:36-38).
A vontade de Cristo pode algumas vezes ser exigente. Nós, como Pedro, precisamos ter fé para seguir quando enfrentamos provações difíceis!

Para quem iremos?

Decisões difíceis foram tomadas naquele dia, na Galiléia, decisões que afetariam as vidas e a eternidade de todos os envolvidos. Podemos aprender com as escolhas de cada um dos que lá estavam. Com Jesus, aprendemos a importância de manter em ordem as prioridades e vemos que a missão do evangelho vai muito além das preocupações físicas e sociais dos homens. Com Judas e com as multidões, podemos ver a loucura de tentar Jesus a se encaixar em nossas expectativas. Com a fé corajosa de Pedro, podemos tirar a força para seguir Jesus pelos motivos certos. Precisamos dizer ao Mestre, como o fez Pedro: "Senhor, para quem iremos? Tu tens as palavras da vida eterna" (João 6:68).
Para onde você se voltará? Para quem você irá? A decisão é sua!
-por Dennis Allan

Deus abençoe vocês.

Missionária Jussara Torchio.


sábado, 17 de novembro de 2012

A Pérola e a dor


A Pérola e a dor

O bem informado leitor sabia que para criar a pérola a ostra tem de sofrer? Confesso que, na minha doce ignorância, não percebi isso. Ou esquecera. Fiquei sabendo graças a Rubem Alves, que está com livro novo na praça, intitulado exatamente Ostra feliz não faz pérola (edição Planeta, 280 páginas de excelente leitura, como de costume).
Conta Rubem que, como moluscos mansos, sem esqueleto e defesas, as ostras são presas fáceis. Mas com natural sabedoria, que lhes ensinou a fazer as suas próprias casas em conchas duras, impenetráveis. E ali passaram a viver felizes. Até que, um belo dia, a alegria da comunidade foi interrompida por um gemido de dor de uma ostra solitária: um grão de areia havia entrado na concha dela e machucava a sua carne. E doía. Como ela não tinha como livrar-se do grão de areia, tratou de livrar-se da dor, provocada pela aspereza, arestas e pontas do intruso. E passou a envolvê-lo com uma substância lisa, brilhante e redonda.

Pescada por um pescador, a sofrida ostra foi transformada numa deliciosa sopa. À mesa, porém, o comensal foi surpreendido com a presença de um objeto duro escondido dentro da ostra. Tomou-o nos dedos e abriu um sorriso de felicidade: era uma pérola, uma linda pérola, fabricada pela pobre ostra, que tanto sofrera para fabricá-la. Deu-a de presente à esposa, que também ficou muito feliz.

Sofrendo continuaram apenas as pobres ostras, às quais a natureza delegou a ingrata tarefa de construir pérolas para fazer a felicidade das pessoas. Rubens respeita as ostras porque, com tamanha atribuição, não se entregaram ao pessimismo. Mais do que isso, foram capazes de transformar a tragédia em beleza.

E assenta, com propriedade:
"A beleza não elimina a tragédia, mas a torna suportável". Estou com ele.

Mas me pergunto: a história da pérola nascida da dor da ostra não seria uma enorme metáfora da vida? Aí estamos nós com os nossos grãos de areia e nossas dores. Não deveríamos a aprender a transformá-los em pérolas?

Não precisamos ser religiosos ou místicos para saber que aqui estamos para aprender. Para evoluir, física, mental e espiritualmente. Besteira negar fato tão evidente. Caso contrário, a existência não teria sentido. E este mundo seria muito pior do que já é.

Precisamos apenas parar de reclamar da vida, dos grãos de areia que ela coloca no nosso caminho. Mais do que ninguém, sei que não é legal. Atormenta-me as desigualdades deste mundo, os patifes que nos cercam e a desesperança que nos impõem. Mas  é chegada a hora de um novo enfoque. 

Precisamos aprender a enfrentar os reveses com sabedoria, envolvendo-os com a substância lisa, brilhante e redonda da graça,misericórdia, coragem e amor de Deus.
Quando Jesus começa a fazer em nossas vidas, sofremos um pouco, porque tem áreas que não deixamos ser tratadas. E nesse processo ninguém vê , assim como diz o senhor que Ele nos vê em oculto, mas Ele espera que aquele grão de areia se transforme em uma joia. Ninguém conseguiu enxergar o crescimento de Moisés , e José então? Sua própria família deu um jeito de se livrar dele, mas não conseguiam evitar o seu crescimento. Quando o encontraram, não o reconheceram. Ele não era mais um grão de areia, mas já era uma pérola. Queridos não se preocupem com o que pensam a teu respeito, e sim de o que você é para o Senhor, e o que Ele pensa sobre você. As pérolas são sensíveis e frágeis, é preciso cuidados para ela não perder suas características, a pérola não pode ser dividida nem cortada assim como o corpo de cristo, elas são diferentes, cada uma tem seu tamanho e cor, são diferentes como nós, mas cada uma tem seu valor. Elas são cobiçadas, e nós também. O nosso inimigo nos ronda e nos observa, e os anjos também são nossos conservos e estão pra nos guardar, elas podem se perder como Ananias e Safira, e o mais interessante, nem todas as conchas geram perolas, sendo assim, viram pedras brutas, são grossas, geram mágoas, ódio, arrogância, e inveja, não se deixam ser tratadas, não querem ser feridas nem machucadas , você é uma perola querido, deixe ser tratado por jesus. Em Malaquias cap. 3 verso 17 diz que somos o tesouro particular do Senhor escondido, e você é uma pérola linda do Senhor e de um valor imenso, e saiba de uma coisa, para o inimigo você não tem valor algum. Tome posse você é uma jóia !!!

Deus abençoe vocês.

Missionária Jussara Torchio.


domingo, 11 de novembro de 2012

Além do natural

"E e a paz de Deus, que excede todo o entendimento,guardará os vossos corações e os vossos sentimentos em Cristo Jesus."

Você já sentiu paz em meio ao caos?Onde você só ouviu palavras negativas como: Dessa noite não passa,não tem mais jeito ,não tem cura.
Em Felipenses 4:7 diz assim: E a paz de Deus,que excede todo o entendimento,guardará os vossos  corações e os vossos sentimentos em Cristo Jesus.

Excede todo o entendimento,como é isso?
Exceder significa: ultrapassar,passar dos limites,ir além do natural.
Aprendemos na Bíblia que o além do natural se chama sobrenatural,é algo que diante da nossa limitação não tem explicação.

Nesses dias, Deus tem ministrado ao meu espírito essa paz que excede ,que ultrapassa,que vai além,que em meio as situações difíceis,Deus guarda o nosso coração e os nossos sentimentos  em Cristo Jesus.

Salmo 46:1-Deus é nosso refúgio e fortaleza,socorro bem presente na hora da angústia.
Salmo 91:1-Aquele que habita no esconderijo do altíssimo, a sombra do onipotente descansará.

Eu amo a palavra de Deus pois ela é viva e eficaz e tem resposta para tudo e isso é maravilhoso!

Quero contar uma experiência que tive a dois anos atrás,exatamente no dia 11/11/2010 nasce a Sara Paim ,filha da Fabrícia uma amiga e irmã na fé.Uma semana depois a Sara começa a mostrar dificuldade para respirar,ela é levada as pressas para o médico, nesse momento começa sua batalha pela vida.
A Sara passa por vários médicos e hospitais diferentes,até descobrirem um problema muito sério no coração,então ela é encaminhada para um dos melhores hospitais infantis de São Paulo o Samaritano.
Ela passa por uma cirurgia muito delicada no coração,logo depois ela passa por outra cirurgia,agora no pulmão, isso tudo entre o primeiro e o segundo mês de vida,depois dessas cirurgias a Sara vai para a UTI Neonatal, respirando através de aparelhos ,sendo cuidada pelos os melhores médicos, ela fica dentro dessa UTI durante 7 meses entre a vida e a morte.
Durante todo esse tempo nós acompanhamos a Sara de longe,através das nossas orações,pois nós estávamos em outra cidade ,no interior de São Paulo.Num certo momento o SENHOR nos deu o comando de irmos pessoalmente até aquele hospital para orarmos pela Sara,na semana que nós fomos foi uma semana bem difícil,principalmente para  Fabrícia,pois o quadro de saúde  dela havia piorado muito e ela foi desenganada pelos médicos.
Chegamos em São Paulo e fomos direto para o hospital, era uma manhã fria e chuvosa a Fabrícia veio nos receber em prantos,afinal  ela estava ali a 7 meses,7 dias da semana e 24 horas por dia ao lado da Sara,vendo crianças na mesma situação da Sara morrerem todos os dias,de verdade ,o nosso mundo caiu.
Então o Pr Marcelo e Pra Roberta entraram na UTI para orar pela Sara,eu e a Irmã Sueli ficamos do lado de fora olhando e orando pelo vidro,foi ai que aconteceu algo sobrenatural diante daquela situação de angústia eu senti PAZ,eu não conseguia entender o e que estava sentido era algo tão inexplicável que comecei a chorar e sorrir ao mesmo tempo.   
 PAZ que excede o entendimento ,eu sei o que é isso,é ter a certeza que ainda que aqueles que se dizem entendidos disserem que não tem mais jeito o PRÍNCIPE DA PAZ diz:Tem sim, por isso eu amo esse Deus.
Dois meses depois a Sara saiu da UTI e veio para casa,hoje dia 11/11/2012 ela faz dois anos,linda ,inteligente e sem nenhuma sequela,pois o Deus que  sirvo faz tudo perfeito.

Para que a paz de Deus tome conta da minha vida é necessário que eu confie nEle.
Quando estou atravessando o vale da sombra da morte tenho que, como uma mulher de Deus, crer e confiar que Ele está ali comigo atravessando o vale ou talvez até mesmo me carregando em Seus braços amorosos.
Mesmo sendo uma filha de Deus, posso passar por aflições em minha vida mas Jesus me diz ... "tende bom ânimo, eu venci o mundo" (João 16:33). Não se preocupe, filha, pois "a minha paz vos dou" (João 14:27). Ele ainda me diz ... "Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize" (João 14:27b).
Estes e tantos outros versículos me dão a certeza de que o meu Deus não me abandona, assim como não abandonou nem a Fabrícia e nem a SARA em seus momentos de tribulação. 

Querida irmã, quando temos que atravessar um rio agitado e sabemos que haverá medo, terror e pânico, então temos que antes fazer uma decisão:

1) Vou atravessar este rio rendendo-me a todas estas más emoções?
ou
2) Vou confiar no meu Deus, segurar em Suas mãos, repousar em Seus braços e seguir de cabeça erguida sentindo a Sua paz invadir todo o meu ser?

Recebendo A Paz De Deus.Quando eu decido confiar no Senhor, caminhar com Ele lado a lado, é então que tenho acesso àquela "paz de Deus, que excede todo o entendimento" (Filipenses 4:7a). 
Eu posso ter a paz que tanto necessito através de Jesus Cristo, pois setecentos anos antes de Jesus nascer, o profeta Isaías disse na Bíblia: "Porque um menino nos nasceu ... e se chamará o seu nome ... Príncipe da Paz" (Isaías 9:6).
Jesus é o Príncipe da Paz. É através dEle que podemos encontrar a verdadeira paz que tanto necessitamos.
A paz que tínhamos com Deus foi quebrada quando Adão e Eva pecaram mas Jesus veio aqui para a terra para resgatar esta paz perdida. Ele morreu no meu e no seu lugar e ... "pela fé nele, temos paz com Deus". Temos, agora, aquela paz que tínhamos perdido.

"Obrigada Senhor, porque Tu és o Príncipe da Paz. Porque Tu não mediste esforços para nos dar esta paz que está sempre conosco nos bons ou maus momentos das nossas vida."



Linda nós te amamos,você é mais que vencedora.

Deus abençoe vocês.

Missionária Jussara Torchio.